O hino de 7 de setembro, escrito por D. Pedro I em 1822 sobre os versos de Evaristo da Veiga. A abertura desce o arpejo de mi bemol — sib, sol, mib — e é por ela que a melodia se reconhece antes da terceira nota. Está no tom original, subida duas oitavas para caber na soprano: oitenta e seis notas em sete frases, do dó grave ao FÁ agudo, com os três bemóis da armadura (sib, mib e lab) o tempo todo. O polegar pinçado aparece numa nota só, o FÁ do alto, e é onde a peça se decide. Quem quiser um tom com menos bemol troca em Ajustes, na própria página.
O que esta cifra pede
Tamanho
86 notas em 7 frases
Extensão
dó a FÁ — entra na segunda oitava
Polegar
pinça o polegar em 1 nota: FÁ
Letra
sem letra — cifra instrumental
Hino da Independência do Brasil
Flauta doce soprano em dó · dedilhado germânico
Cívicas e hinos pátrios · 86 notas em 7 frases · dó a FÁ · polegar pinçado em 1 nota
Tom original
● furo tapado○ furo aberto◐ meio tapadofa minúscula: nota graveFA maiúscula: nota agudaClique ou toque no nome da nota para trocar a oitava.No teclado, use as setas para andar pelos diagramas.
No furo do polegar, o meio tapado é o polegar pinçado — é ele que sobe para a segunda oitava.
O círculo separado é o furo do polegar, atrás da flauta. A mão esquerda fica em cima.
Fim dos diagramas.
Um dedilhado parece errado? Avise pela bandeirinha sob o diagrama — a tabela é corrigida contra as fontes.
Sua flauta é barroca? Troque o sistema de dedilhado em Ajustes, aqui embaixo.
O site não entendeu algum trecho, ou entendeu como letra o que era nota?
Ajustes
Ver a cifra em texto
sib sol mib mib mib mib fa sib mib sib MIB
RE RE MIB MIB DO sib lab DO sib sol DO sib
lab DO sib sib sol fa fa lab lab DO sib lab sol
fa sib lab sol fa mib re do sib sib
DO fa sib lab sol sib sib DO fa sib sol sol
sol sol lab sib DO RE MIB FA MIB DO sib sol lab fa
MIB RE FA MIB DO sib MIB RE DO sib lab sol fa mib
Do mesmo nível
Mesma exigência de polegar e tamanho parecido: quem tocou esta dá conta destas.
Conferida contra fonte Melodia de D. Pedro I (†1834), com letra de Evaristo da Veiga (†1837), em domínio público. A cifra não foi escrita de memória nem lida a olho: saiu da edição crítica de Alberto José Vieira Pacheco para voz e piano (Musica Brasilis, CC BY-SA 4.0, do manuscrito do IHGB), medindo no PDF a coordenada de cada cabeça de nota da pauta de voz contra as linhas da pauta. Ficaram as notas que a gravura imprime em corpo normal; saíram as de corpo menor, que são ornamento. A linha de canto está em clave de fá e foi subida duas oitavas, sem mudar o tom. O portão do site leu cada nota e nenhuma fica fora do alcance da soprano. Não carrega selo de conferência: o selo é a marca de quem ouviu a melodia inteira, e medir a gravura não é ouvir.
O site desenha o dedilhado de qualquer cifra melódica, não só das músicas publicadas aqui.
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